Muuuuuitos meses que eu não conseguia sentar pra postar nada, por falta de tempo, por falta de assunto...
Infelizmente, hoje me animei a escrever, mas não "infelizmente" porque estou aqui escrevendo mas pelo assunto que quero falar. Quero utilizar esse post como uma homenagem a artista que foi Amy Winehouse, que amanhã completa 7 dias de morte.
Amy Jade Winehouse nasceu em Londres, no dia 14 de setembro de 1983, e iniciou profissionalmente sua carreira músical com a música Stronger than me, do cd Frank, em 2003. Eu, só a ouvi pela primeira vez 4 anos depois em 2007, quando ouvi e vi o clipe de Rehab, do cd Back to Black, e foi quando me encantei pela cantora maravilhosa que ela foi, e acredito que isso, ninguém poderá negar... Eu lembro de ter comentado com a minha irmã, durante o clipe, e sem conhecê-la: "Nossa, que mulher poderosa, rebelde, que voz potente, ela deve ser muito forte, muito segura de si..."
Os escândalos que sucederam o sucesso alcançado por ela com o lançamento de Back to Black pode ser explicado através de suas músicas: o amor cego que ela sentiu por Blake Fielder, que a iludiu, abandonou e antes disso conseguiu iniciá-la em drogas pesadas como heroína e crack, possivelmente dois dos principais responsáveis pela sua morte. Acho que não se pode somente culpá-lo, muitas outras razões a arrastaram pra esse vício, porém várias vezes, por pessoas diferentes próximas a ela, soubemos a forma como Blake a levou ao consumo de drogas mais pesadas, e ela mesmo diz isso, quando fala na música Back to Black o quanto aquilo era um divisor no relacionamento dos dois: "I Love you much, it's not enough, you love blow and I love puff" (Eu te amo muito, mas não é suficiente, você ama o pó e eu amo a erva).
Amy era tímida, e abusava da bebida no começo pois desde o primeiro show quase tinham que empurrá-la ao palco. Por vários momentos, em vídeos podemos ver o quanto ela está inquieta, desconfortável no palco, e o quanto cantar sobre a dor pela qual ela passava, cantar sobre o quanto aquele relacionamento a havia machucado a feria, e ao mesmo tempo expurgava aqueles maus sentimentos...
Dos vários shows que a vi fazer através de vídeos (infelizmente não tive e não terei o prazer de vê-la ao vivo), entre os ótimos, ruins e péssimos shows, o meu favorito é o que ela fez no BBC sessions em Agosto de 2008. Parece ter sido o mais sincero, em que podemos ver claramente sua dor em Back To Black por exemplo:
Dos vários shows que a vi fazer através de vídeos (infelizmente não tive e não terei o prazer de vê-la ao vivo), entre os ótimos, ruins e péssimos shows, o meu favorito é o que ela fez no BBC sessions em Agosto de 2008. Parece ter sido o mais sincero, em que podemos ver claramente sua dor em Back To Black por exemplo:
Ao fim, eu imagino que ela tava chorando... Mas era preciso segurar esse choro, era uma sequência, pessoas que estavam ali só pra ouvi-la e vê-la...
Em You Know That I'm no Good também é possível ter essa mesma impressão:
Amy morreu aos 27 anos, como alguns outros grandes artistas, Kurt Cobain, Janis Joplin e Jimi Hendrix. Amy não foi um exemplo pra ninguém com relação a sua vida pública e pessoal, a não ser um exemplo a não ser seguido. No entanto, Amy brilhou naquilo que sabia fazer bem: Cantou lindamente, escreveu canções imortais, canções que serão a herança que ela nos deixou e era a razão pela qual eu fui e sou uma fã do seu trabalho.
No dia de sua morte, chorei e vivi o luto de sua perda, por mais incrível que pareça, senti realmente sua partida. Fico triste por saber que aquela mulher que vi no clipe de Rehab, não era a mesma mulher que morreu no dia 23 de julho de 2011, mas alguém que atualmente sofria somente críticas pelo seu comportamento, debilitada pelo uso abusivo de tantas drogas.
Mas é a mulher que está no clipe de Stronger than Me (vou postá-lo aí embaixo pra vocês) que eu vou lembrar pra sempre, sabendo que agora a sua alma torturada pela dor que sentia está livre...
E o anúncio que sempre acontecia no início e no fim do show:
No dia de sua morte, chorei e vivi o luto de sua perda, por mais incrível que pareça, senti realmente sua partida. Fico triste por saber que aquela mulher que vi no clipe de Rehab, não era a mesma mulher que morreu no dia 23 de julho de 2011, mas alguém que atualmente sofria somente críticas pelo seu comportamento, debilitada pelo uso abusivo de tantas drogas.
Mas é a mulher que está no clipe de Stronger than Me (vou postá-lo aí embaixo pra vocês) que eu vou lembrar pra sempre, sabendo que agora a sua alma torturada pela dor que sentia está livre...
E o anúncio que sempre acontecia no início e no fim do show:
Ladies and gentlemen: Miss Amy Winehouse!
Amy, valeu. Espero que agora você esteja num bom lugar.
Bjoks sussurradas...
Whisper.
